22 de março - Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água celebra-se, anualmente, no dia 22 de março. Este dia é um alerta para as populações e para os governos, tendo em conta a necessidade de preservação e poupança deste recurso natural tão valioso.

 

Segundo a Organização das Nações Unidas, atualmente, cerca de 2.2 bilhões de pessoas não têm acesso a água potável e 4.2 bilhões vivem sem saneamento adequado. É esperado que os efeitos das alterações climáticas aumentem estes números, se nada for feito.

 

Estima-se que, até 2050, entre 3.5 e 4.4 bilhões de pessoas terão acesso limitado à água, dos quais mais de mil milhões viverão em cidades.

 

As alterações climáticas e o uso insustentável criarão uma concorrência, sem precedentes, pelos recursos hídricos, causando a deslocação de milhões de pessoas.

 

Isto terá um efeito negativo na saúde, na produtividade e atuará como um multiplicador de ameaças à instabilidade e ao conflito.

 

A solução é clara. É necessário aumentar os investimentos em bacias hidrográficas e nas infraestruturas de água saudável, e melhorar a eficiência do uso da água.

 

É importante, também, antecipar os riscos climáticos a todos os níveis de gestão da água, para ser possível responder adequadamente. Sem esquecer a necessidade de redobrar esforços para fortalecer a resiliência e a adaptação das pessoas afetadas pelas perturbações climáticas.

 

Fonte: https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/hoje-e-o-dia-mundial-da-agua-2021-clima.html

 

Declaração Universal dos Direitos da Água

 

No dia 22 de março de 1992, a ONU divulgou um documento conhecido como Declaração Universal dos Direitos da Água.
Nesse documento são apresentados pontos importantes sobre esse recurso hídrico, destacando sua importância e a necessidade de sua preservação. Veja, a seguir, os principais pontos dos 10 artigos dessa declaração:

  • Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.
  • Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.
  • Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados.
  • Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos.
  • Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores.
  • Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
  • Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada.
  • Art. 8º - A utilização da água implica respeito à lei.
  • Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
  • Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Como Atrelar Medidas Sustentáveis aos Projetos de Construção Civil

Aderir a sustentabilidade pode ser um grande desafio para a engenharia civil. Entretanto, com comprometimento e as medidas certas, é possível fazer a diferença.

 

SUSTENTABILIDADE EM PROJETOS

A grande quantidade de recursos extraídos do meio ambiente e os resíduos gerados durante uma obra de construção civil causam impacto na natureza e devem ser minimizados. É interessante ressaltar que através de algumas decisões que são tomadas de forma antecipada e durante a obra, é possível contribuir e muito para tornar o projeto mais sustentável.

 

Em destaque:

GESTÃO EFICIENTE DE PROJETOS PARA MINIMIZAR OS CUSTOS

Minimizar os custos através da melhoria de gestão eficiente de projetos. Utilizando-se de metodologias que permitam a pré-visualização dos custos, como o BIM ( Building Information Modeling) dessa forma, evitam-se complicações no orçamento de materiais e garantem sua utilização eficaz, evitando que maiores quantidades de materiais sejam desperdiçadas.

 

DIRECIONAMENTO CORRETO DE RESÍDUOS

Direcionar os resíduos corretamente potencializa a visão sustentável da obra, pois, dessa forma, cada sobra de material vai para seu correto e respectivo destino, seja ele para as usinas de reciclagem ou aterros de construção civil que processarão este resíduo em agregados para serem utilizados novamente em obras e não ficando dispostos a ação dos agentes externos que podem gerar degradação ambiental e poluição dos ambientes de modo geral.

 

O PGRSCC  (Plano de Resíduos Sólidos em Obras de Construção Civil) além de ser uma prerrogativa legal é o instrumento de controle dos insumos e resíduos gerados em uma obra. O Plano  pode ser uma grande ferramenta de gestão interna para minimização de gastos e desperdícios de recursos seja de materiais quanto financeiros. Pois uma obra convencional sem controle e gestão gera uma elevada fração de rejeitos durante suas fases.

 

REAPROVEITAMENTO DE RECURSOS

A quantidade de água utilizada nas obras é bastante relevante e pode ser reutilizada para evitar grandes desperdícios. Isto pode ser aplicado através da correta gestão na utilização deste recurso em obras, aplicando a captação da água da chuva, pois podem ser usadas para:

  •  lavação de determinados espaços externos

  •  descargas dos banheiros

  •  uso nos jardins

 Também existe o incentivo fiscal disponibilizado pelo governo, o IPTU verde, que concede descontos dos impostos para empresas que aderem políticas ecológicas. O benefício pode variar de acordo com a região. Este, por sua vez, é uma nova categoria de incentivo e excelente estímulo para as empresas.

 

CONCLUSÃO

Utilizando-se dessas medidas é possível garantir que o projeto esteja alinhado aos ideais de sustentabilidade e outras vantagens, como a redução dos desperdícios e a agilização da obra.

 

Fonte: https://www.ambient.srv.br/comunicacao/como-atrelar-medidas-sustentaveis-aos-projetos-de-construcao-civil/


Publicada lista de unidades selecionadas para programa Adote um Parque

Programa Adote um Parque busca atrair recursos para custear a conservação de parques dentro da Amazônia Legal

São 131 unidades de conservação. Adoção por unidade é de R$50/hectare.

O Ministério do Meio Ambiente divulgou nesta 2ª feira (1º.mar.2021) a lista de unidades de conservação federais da Amazônia Legal selecionadas para a 1ª etapa do programa Adote um Parque.

A Portaria (íntegra – 705 KB), publicada no DOU (Diário Oficial da União), apresenta a lista 131 unidades selecionadas.

Segundo o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o governo espera um investimento de R$ 3,2 bilhões anuais com o programa. A iniciativa permite que pessoas físicas e jurídicas, nacionais e estrangeiras, façam doações para contribuir com a proteção ambiental dos parques.

O Programa Adote um Parque, instituído pelo decreto nº 10.623/2021, tem por finalidade promover a conservação, a recuperação e a melhoria das unidades de conservação federais.

A área das unidades varia de 2.574 a 3.865.172 hectares.

O Carrefour no Brasil foi a 1ª empresa a confirmar participação no programa do Ministério do Meio Ambiente. A companhia investirá, segundo Salles, R$ 3,8 milhões para preservar 75.000 hectares na região. Por enquanto, há apenas uma carta de intenção.

ADOTE UM PARQUE
A 1ª fase do programa inclui 131 unidades de conservação federais na Amazônia. Segundo o governo, esses parques ocupam 15% do bioma, o equivalente a 63,6 milhões de hectares.

O dinheiro será destinado, entre outras finalidades, à prevenção e ao combate a incêndios e ao desmatamento, à recuperação de áreas degradadas, à consolidação e implementação de planos de manejo. Também será direcionado para o financiamento da vigilância e do monitoramento dos parques.

Aqueles que adotarem os parques serão reconhecidos pelo governo como “parceiros do Meio Ambiente”. A adoção terá validade de 1 ano, podendo ser renovada após o fim do prazo.

Com informações da Agência Brasil


Ceda lugar ao novo

Em uma sociedade onde consumir é a regra, ter e ostentar seja o natural, parece estranho falar em ceder espaço. Proponho substituir a tão batida palavra desapego, por ceder espaço, dar lugar.

A palavra desapego teria um significado muito interessante, mas de tão usada e repetida parou de ter o sentido que se esperaria dela. Como tantas outras palavras, perdeu valor por ser moeda fácil e de quase nenhuma aplicação.

Ceder lugar dá ao desapego o sentido mais próximo do seu significado original.
Ao falar em ceder lugar, parto de uma constatação muito simples: as pessoas em geral distraem-se muito com o ter e esquecem-se do ser.
E explico porque considero o ter uma tremenda perda de energias:

“O que temos não podemos levar a todas às partes, já o que somos vai conosco pela vida, pelo tempo e espaço. Por isso sempre é bom arranjar meios para simplesmente ser“. (Eliana Rezende Bethancourt)

Os entulhos espirituais, emocionais ou materiais devem, por força de nossa saúde e bem estar, ser eliminados.

Aqui faço uma metáfora simples que é da minha área profissional e que se aplica com propriedade à vida: os documentos em um trabalho de Gestão Documental obedecem uma Temporalidade. Transcorridos o tempo e suas funções são eliminados, e somente os de muito valor são preservados para à posteridade, num para sempre eterno.
Com este processo garantimos que apenas aquilo que tem valor sobreviva ao tempo, e o restante, que ocupa recursos e espaços desnecessários são entregues ao seu fim.

Imagine que maravilha poder olhar para uma relação que nos desgastou, um emprego que nos sugou, uma pessoa que nos vampirizou, e simplesmente dar-lhes um tempo limitado. Feitos todos os estragos e aprendizados em nossas existências, partirem sem deixar rastros!

E nós, por outro lado, sem permanecermos num infinito retorno e amargor desses desencontros. Entenderíamos como apenas algo que tinha uma função, e que tendo sido cumprida cederia a vez à próxima aprendizagem.

Se fôssemos capazes de definir prioridades para as nossas vidas e saber desapegar-nos daquilo que não importa, interessa ou acrescenta, estaríamos sempre leves para cada novo que chegasse.

Penso na vida, um pouco, como um longa viagem e que como tal não permite excesso de bagagem. Todos sabem o que uma mala com sobrepeso representa numa longa viagem, não é mesmo? Quase sempre, um esforço desmesurado que ao fim não vale o que nos custa.

Os inexperientes descobrem, à duras penas, que não adianta levar uma mala cheia, que voltará quase sempre sem ter sido mexida, e que os pesos e contrapesos darão apenas dores musculares e taxas extras nos aeroportos.

Pense a vida como aquela ponte que nos leva de uma margem à outra. Ninguém pensaria em sobre ela construir um prédio com fundações. Uma ponte é apenas caminho, passagem. Seu objetivo é nos levar de um ponto a outro. Não se fixa residência sobre uma ponte! Assim é a vida. Um caminho que deve ser feito de mãos livres, mente, coração e olhos abertos, ouvidos atentos a tudo o que for apresentado aos sentidos.

Em geral, tal como as malas arrastadas por uma viagem inteira, as mãos, os corações e as mentes ocupadas em carregar os entulhos passados não permitem que estejam abertas para receber o Novo da vida. Como aceitar algo com as mãos, se elas estão presas e seguram algo que já passou?

É preciso se convencer que não se pode seguir pela vida acumulando e tendo tudo.
Escolhas precisam e devem ser feitas, e quando aprendemos esse desapego simples que é até de se questionar sobre se de fato precisamos mesmo daquele parafuso ali naquela gaveta, sentimos uma liberdade de ser que não se compara a compulsão do ter.

Um exemplo muito simples mostra esta compulsão pela posse e ostentação futura: as pessoas viajam e em vários casos, em vez de tentar sentir sua viagem, seus odores e sabores, ficam disparando fotografias para todos os lados e a distração em fotografar os tira da concentração de viver o momento.
Querem uma imagem para postar na rede. Clicam rapidamente para ter o consentimento de esquecer.
Desapego aqui seria preocupar-se em fixar imagens e sensações em si… e não em um gadget!
E de novo temos o sentido do que é o ter e o ser.
Ao término da viagem haverá uma coleção de imagens, mas e a verdadeira viagem, aquela que é um deslocamento da alma e dos sentidos? Será reduzidas a imagens e selfies? Tão pouco, não é? Isso para mim é o maior exemplo de pobreza. Ainda que as imagens sejam de pores do sol pelo mundo!

O horizonte do desapego é largo, e pode incluir tantas coisas.
Se bem conduzido, passará longe de ser perda! Ao contrário, será extremamente rico e para alguns chegará a ser libertador.

Mas não falo apenas daquela bolsa, sapato, roupa ou brinquedo tecnológico. Falo de sentimentos, pessoas, empregos, funções que já não nos servem mais e que insistimos em mantê-las nos armários de nossas existências, quer por medo de não encontrar substituto, quer por medo de sermos rapidamente substituídos e descobrir que afinal, nem éramos assim tão indispensáveis.

É preciso compreender que podemos achar que temos a posse de algo, mas em verdade somos possuídos. Somos possuídos por medos, inseguranças, fragilidades. A posse longe de dar conforto e segurança aprisiona, tira objetivos e se transforma em uma gaiola que temos a chave, mas temos medo de usá-la.

Descobrir que o melhor que temos está dentro, e, pode ir junto por toda a parte, é o melhor dos aprendizados.
Infelizmente alguns levam a vida a toda e não aprendem essa lição e a do acúmulo lhe toma toda a existência.

Assim, se você passou um ano inteiro sem calçar um sapato, usar uma bolsa, uma roupa fantástica que você pagou os tubos, não ligou uma única vez para aquela pessoa, talvez seja um forte indício de que você precisa exercitar o desapego. Se passou um ano inteiro, perdeu todas as oportunidades que poderia ter, e portanto, definitivamente não precisa disso para si.

Ceda espaço… ceda lugar ao novo.
Faça isso tudo circular nos armários, gavetas, garagens, na vida!
Afinal, tudo é um empréstimo que a vida te deu: usufrua, sem apego apenas com discernimento.

Por: Eliana Rezende Bethancourt

* Post publicado originalmente no Blog, o Pensados a Tinta

 Fonte: https://eliana-rezende.com.br/ceda-lugar-ao-novo/


Dejetos gerando renda - Enquanto alguns encaram como despesa, outros enxergam OPORTUNIDADE.

Tratamento de dejetos bovinos gera renda e sustentabilidade ambiental no Norte de Minas

Projeto de produção de biofertilizante foi um dos contemplados com o Prêmio Hugo Werneck

Em vez de poluir o solo e os cursos d 'água, os dejetos de bovinos estão garantindo mais renda para pecuaristas de leite. É o caso do pequeno produtor rural Dilson Geraldo da Silva, de Bocaiúva, no Norte de Minas Gerais. Com orientação técnica da Emater-MG, instituição vinculada à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), ele instalou na propriedade uma esterqueira, espécie de tanque para onde são destinadas as fezes e outros resíduos resultantes da lavagem da sala de ordenha. Esse material passa por um período de estabilização, de cerca de 90 dias. É quando os micro-organismos transformam o composto em um poderoso biofertilizante, que pode ser usado na adubação de pastagens e lavouras.

 

Além de evitar danos ambientais, e até multas, o agricultor familiar conseguiu aumentar a renda da família, pois passou a receber uma quantia extra de um grande laticínio da região, que tem um programa de estímulo à produção sustentável de leite. E ainda tem a economia, pois deixou de comprar fertilizantes químicos para as pastagens e o plantio de milho. O projeto foi um dos contemplados de 2020 no Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza, considerado um dos mais importantes da ecologia no Brasil.

 

“É uma satisfação da equipe da Emater-MG de Bocaiúva recebermos esse prêmio reconhecido pela sociedade”, comemorou Iran Ferreira Leite Junior, extensionista agropecuário da empresa no município.

 

De acordo com Junior, o biofertilizante obtido a partir dos dejetos da esterqueira pode ser usado em qualquer cultura. A única restrição é o uso nas hortaliças. O recomendado é que, após a aplicação, seja obedecida uma carência de cerca de 30 dias antes da colheita para evitar resíduos nos alimentos que vão para a casa dos consumidores.

 

O técnico da Emater de Minas lembra outro cuidado a ser observado pelos produtores. “A recomendação da aplicação dos biofertilizantes deve ser feita por um especialista, de acordo com a análise de solo. O cálculo é feito para uma aplicação anual, a partir das necessidades do solo. O uso do biofertilizante deve seguir as orientações do técnico para que não haja excesso de nutrientes em uma determinada área”.

Certificação

O projeto começou a partir da necessidade de Dilson Silva, proprietário da Fazenda São Pedro, de adequar sua propriedade, principalmente, na produção leiteira. Ele havia negociado os ajustes com o principal laticínio da região, para ser enquadrado em um programa de certificação denominado BPF (Boas Práticas na Fazenda) Nature. A certificação exige que o produtor cumpra alguns requisitos: destino adequado dos dejetos, bem-estar animal, não usar ocitocinas e outros hormônios nos animais, além de controle do uso da água.

 

Para cumprir as exigências, um dos pontos críticos era dar um destino adequado aos resíduos líquidos da sala de ordenha. Em visita à propriedade, a equipe local da Emater-MG em Bocaiúva constatou que toda a água usada na lavagem da sala de ordenha era descartada no quintal por um longo período, causando um impacto ambiental negativo e poluindo um córrego próximo.

 

A proposta de construção da esterqueira para receber os resíduos, e posterior utilização do material como fertilizante, foi feita pela engenheira ambiental Jane Terezinha Leal e pelo engenheiro agrônomo Márcio Stoduto de Mello, ambos do Departamento Técnico da Emater-MG, após consulta do extensionista Iran sobre o assunto. Além de resolver o problema ambiental, o produtor poderia reduzir seu custo de produção, com a troca da adubação nitrogenada pelo biofertilizante, na cultura de milho e na pastagem.

Unidade demonstrativa

A partir do sucesso da experiência, a propriedade de Dilson Geraldo passou a funcionar como uma unidade demonstrativa do uso da esterqueira para a produção de biofertilizante e já recebeu mais de 50 pessoas interessadas em adotar o sistema. A prefeitura municipal de Bocaiúva é uma das parceiras da Emater-MG na iniciativa, pois cedeu uma retroescavadeira para a obra de implantação da esterqueira. E o laticínio que compra o leite dos produtores da região adiantou os recursos necessários para a aquisição da geomembrana, um material usado no revestimento do tanque que recebe os dejetos bovinos.

 

O extensionista da Emater-MG ressalta que, mesmo com investimentos próprios, o projeto vale a pena. Iran Ferreira afirma que o pagamento extra de R$ 0,07 por litro de leite já representa, em um ano, cerca de R$ 8 mil a mais na renda do produtor. “E isso sem contar os ganhos ambientais e sociais de se ter uma propriedade ambientalmente equilibrada”, finaliza Junior.

Fonte: Sec. de Agricultura de MG


Biotecnologia para caixas de gordura

Bactérias podem reduzir o volume das caixas em até 70% em 30 dias

Falhas na manutenção de caixas de gordura podem provocar entupimentos e transbordamentos em redes coletoras de esgoto de restaurantes, hotéis e empresas que servem dezenas ou até milhares de refeições a seus funcionários. Além de gerar mau cheiro no ambiente de preparo de alimentos e atrair vetores de contaminação, o problema reduz a eficiência das estações de tratamento de efluentes.

Uma forma eficaz e sustentável de realizar a limpeza das caixas é por meio da ação de bactérias. A Ecoclã, empresa nacional especializada em biotecnologia, com sede em Goiânia, GO, desenvolveu o Ecomix G, um produto biológico, não tóxico e não corrosivo, capaz de degradar e eliminar gorduras, graxas, proteínas, lipídios, amido, dejetos animais, carboidratos e substâncias orgânicas.

De uma forma geral, a redução do volume do material, apesar de depender da condição específica da atividade do efluente a ser tratado, na maioria dos casos e com um manuseio monitorado, é da ordem de 70% em 30 dias de aplicação. “É seguro e inofensivo à saúde de pessoas e animais, além de não causar danos ao meio ambiente”, diz Ricardo Silveira Aguilar, diretor da Ecoclã.

Nas residências, onde o volume de gordura é menor, a degradação chega a 90%. “Com o tempo, a caixa de gordura não formará mais crostas densas de gordura, não necessitando mais efetuar a limpeza semestral obrigatória para evitar transtornos com entupimentos e mau cheiro”, afirma.

O digestor biológico pode ser utilizado na limpeza de caixas de gordura, fossas, desobstrução de tubulações, ralos e pias, descolando e degradando o material alojado nas paredes. “O  Ecomix G acaba com a necessidade do uso constante de caminhões limpa-fossa e todo o transtorno que eles provocam”, diz. Além de aumentar a vida útil da caixa de gordura e fossa séptica, a manutenção correta dispensa ações corretivas na rede coletora de esgoto.

Desenvolvido e fabricado pela Ecoclã, o Ecomix G é fornecido em gel em embalagens de 9 e 15 kg. Para residências, há uma versão menor, de 2 kg, que dura em média 1 ano de aplicação. “Nossas soluções são aplicáveis em mais de 70% dos estabelecimentos comerciais e em quase 100% das residências”, afirma o diretor.

A empresa também oferece a todos clientes suporte técnico sem custo para dimensionamento de dosagem e aplicação do produto, independente da condição comercial em que o produto foi adquirido.

Artigo publicado on-line no site da revista Hydro, da Aranda Editora, dedicada a instalações hidrossanitárias prediais, ao uso industrial da água e tratamento dos efluentes e a sistemas públicos de água e esgoto.

Aranda Editora, fundada em 1976, é uma empresa dedicada à publicação de revistas técnicas e organização de feiras e congressos para a indústria e infraestrutura.

FONTE: https://www.arandanet.com.br/revista/hydro/noticia/739-Biotecnologia-para-caixas-de-gordura.html

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Novo marco do saneamento - Proposta pretende atrair investimento privado

Proposta pretende atrair investimento privado para levar água potável a 99% da população, rede de esgoto a 90% e universalizar o serviço até 2033

Está na pauta do plenário do Senado, para ser votado na próxima quarta-feira (24), o Projeto de Lei (PL) 4.162/19 que trata do novo marco do saneamento. Entre outros pontos, a proposta pretende atrair investimento privado para levar água potável a 99% da população, rede de esgoto a 90% e universalizar o serviço até 2033. Em algumas exceções, o prazo seria até 2040.

Segundo levantamento de 2018 realizado pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), 35 milhões de brasileiros (16,38%) não têm acesso à água tratada e cerca de 100 milhões (47%) não têm rede de coleta de esgoto. Para dar agilidade à votação do texto, aprovado no ano passado pela Câmara dos Deputados, o parecer apresentado sexta-feira (19) pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator do projeto na Casa, não fez alterações na proposta apreciada pelos deputados.

EXCLUSIVO: Um povo sem água e esgoto: rico em estatais | Brazil ...

O relator defende que a saúde pública tem conexão direta com o saneamento básico, daí a pertinência de se votar o texto durante a pandemia, mesmo que remotamente. “Não posso entender o argumento de que o projeto não tem nada a ver com a pandemia, quando a principal orientação de todos os médicos é ‘lave as mãos’. Há gente que não tem água limpa na porta de casa para lavar as mãos, e a água que chega à sua casa ainda é contaminada pelo esgoto. Convivemos há anos com outras endemias, como a dengue e a zika, e a condição sanitária é essencial". Essas questões, segundo Jereissati, foram resolvidas no século passado em todos os países desenvolvidos.

Texto

Além da universalização do saneamento no país, o projeto define que os municípios e o Distrito Federal (DF) têm a responsabilidade pelos serviços públicos de saneamento básico em âmbito local.

A proposta permite a criação de consórcios públicos e convênios de cooperação entre municípios vizinhos para que a prestação do serviço cubra determinada região.Os entes responsáveis terão de elaborar os planos de saneamento básico e estabelecer metas e indicadores de desempenho e mecanismos de aferição de resultados.

Também terão que prestar diretamente ou conceder a prestação dos serviços e definir, em ambos os casos, a entidade responsável pela regulação e fiscalização da prestação dos serviços públicos de saneamento básico. Estabelecer os direitos e os deveres dos usuários também está na lista de atribuições.

Iniciativa privada

De acordo com a proposta, os responsáveis pela prestação do serviço de saneamento poderão permitir a exploração por meio de concessões à iniciativa privada, por licitação. O maior impasse em torno do projeto é o modelo proposto.

Parlamentares da oposição dizem que a exigência de licitações e as metas de desempenho para contratos tenderão a prejudicar e alienar as empresas públicas. Além disso, o texto estabelece prioridade no recebimento de auxílio federal para os municípios que efetuarem concessão ou privatização dos seus serviços.

Contratos de programa

O projeto proíbe a celebração dos chamados contratos de programa, que não têm concorrência e são fechados diretamente entre os titulares dos serviços e as concessionárias. Essa modalidade de contrato é usada na prestação de serviços pelas companhias estaduais de saneamento.

O texto prevê abertura de licitação, com a participação de empresas públicas e privadas, e acaba com o direito de preferência das companhias estaduais.
Os contratos existentes no momento em que a lei entrar em vigor continuarão valendo até a data prevista para o encerramento. Os contratos de programa ou de concessão vigentes poderão ser reconhecidos e renovados por acordo entre as partes até 31 de março de 2022.

Agência Nacional de Águas

O texto prevê que a Agência Nacional de Águas (ANA) deverá estabelecer normas de referência sobre padrões de qualidade e eficiência na prestação, na manutenção e na operação dos sistemas de saneamento básico.

Também ficarão a cargo da ANA a regulação tarifária dos serviços públicos de saneamento básico, a padronização dos contratos de prestação de serviços públicos de saneamento básico e redução progressiva e controle da perda de água.

O texto altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010, prorrogando o prazo para o fim dos lixões. A lei em vigor previa que os lixões deveriam encerrar suas atividades até 2014. Agora, a lei determina que o fim dos lixões deverá ocorrer até 31 de dezembro de 2020.

A data não valerá para os municípios que elaboram plano intermunicipal de resíduos sólidos ou plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos. Nesses casos, os prazos variam de agosto de 2021 a agosto de 2024, a depender da localização e do tamanho do município.

Fonte: https://www.seudinheiro.com/2020/politica/senado-inclui-marco-do-saneamento-nas-votacoes-da-semana/


Pandemia sem crise - Aos empreendedores de plantão

Por que tentar reinventar a roda se as plataformas de e-commerce podem auxiliar nas estratégias de vendas?

Independentemente do tamanho do negócio, os custos com divulgação e venda são diluídos nesses canais, além de aumentar a visibilidade dos produtos e serviços nos buscadores da internet.

Segundo Allan Gavioli, da Infomoney: "impulsionados pela quarentena, pedidos no e-commerce brasileiro cresceram 132,8% em maio, diz pesquisa" (clique aqui e veja o artigo completo).

Fica a Dica.

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Conheça as maiores vantagens de uma plataforma E-commerce:

Empreender no e-commerce torna-se cada vez mais uma decisão bastante lúcida e assertiva. Além de crescer em um ritmo acelerado, o comércio eletrônico oferece diversas vantagens e facilidades tanto para clientes quanto para os empreendedores:

1. Funcionamento em tempo integral
Lojas físicas têm horário de funcionamento, hora para abrir e hora para fechar. No e-commerce, por outro lado, o negócio fica aberto 24 horas por dia, durante os 7 dias da semana, o que significa que nunca perderá uma venda por estar com as portas fechadas ou por que não tinha vendedor disponível.

2. Inexistência de fronteiras
Para o e-commerce: não existem barreiras geográficas. O poder de alcance de um negócio físico é, geralmente, municipal ou regional. Sendo assim, pode-se concluir que outra vantagem do e-commerce está no fato de as lojas virtuais atingirem consumidores do país inteiro, ou seja, uma gama de mais de 200 milhões de habitantes como público alvo.

3. Opções de pagamento
Ao integrar um negócio com um intermediador marketplace as formas de pagamentos vão desde o boleto bancário até o débito automático ou parcelamentos a perder de vista sem juros. Assim, aumentam as chances de venda.

4. Facilidades de acesso
Outra enorme vantagem do e-commerce é o fato de ele poder ser acessado de qualquer lugar por um cliente. Se uma pessoa está em casa vendo as novidades pela rede social, ela pode se deparar com um anúncio e comprar em poucos minutos, em poucos cliques, no conforto do lar.

Como o número de clientes que fazem compras no ambiente online está só aumentando, ainda mais com a pandemia atual, ter um e-commerce pode realmente valer muito a pena e ser um negócio lucrativo.

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A Ecoclã Biotecnologia é uma indústria que trabalha apenas com produtos atóxicos, na linha de produção utiliza somente matérias-primas sustentáveis, buscando soluções ecológicas.

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ECOMIX G® (Linha para remediação ambiental utilizada com a finalidade de redução de carga orgânica em ETE, rios, lagos, tanques de produção e mananciais contaminados. Além disso, é um digestor orgânico, utilizado na limpeza de caixas de gordura, fossas, desobstrução de tubulações, ralos e pias, prevenção de entupimentos, eliminação de maus odores dentre outras funções).

ECOMIX MAX® (Linha concentrada exclusiva para neutralização de maus odores em plantas industriais e áreas adjacentes. Utilizado também em hotéis, pousadas, condomínios, canis, lanchonetes, restaurantes e lugares que necessitam maior controle de odores).

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Quer citar este artigo em seu trabalho? Utilize o modelo abaixo:

 

ECOCLÃ, Equipe. Pandemia sem crise - Aos empreendedores de plantão. Ecoclã Biotecnologia LTDA, 2020. Disponível em: https://ecocla.com.br/2020/06/19/e-commerce/. Acesso em: (coloque a data do seu acesso).


Mau Cheiro em Plantas Industriais – Desconforto ou Crime Ambiental?

Atualmente, o odor é o motivo de maior atrito entre indústrias e comunidade, pois sua natureza volátil pode invadir os quintais da vizinhança e manter-se presente por longos períodos. Esse fator provoca a ira dos moradores que tendem à se insurgir contra a indústria mais próxima.

A origem do mau cheiro em indústrias é explicada pela liberação de alguns elementos que produzem odor desagradável. Geralmente, advindo de subprodutos dos processos industriais. Contudo, o mau cheiro vindo das indústrias não provém da mesma fonte para todas elas, embora possa trazer complicações similares em todos os casos. Por isso, o ideal para encontrar uma solução é, primeiro, identificar possíveis falhas no processo.

Impactos negativos do mau cheiro

O mau cheiro não pode ser visto como uma característica normal da organização. Afinal, este é um sinal de que os processos não estão sendo executados de forma adequada e gases poluentes ou tóxicos podem estar sendo liberados em excesso na atmosfera. Situação passível de multa e autuação pelos órgãos ambientais competentes.

Mas os prejuízos vão além das penalidades legais. Pois, tão pior quanto submeter a comunidade do entorno a situações desagradáveis e insalubres, esse problema também abala a imagem e a credibilidade da empresa, perdendo com isso mercado consumidor.

Efeitos secundários

Embora o principal efeito dos maus odores seja o incômodo, outros efeitos secundários não podem ser desprezados, visto que, dependendo da intensidade do odor, pode causar náuseas. Já no período noturno, ocorre a interferência no bom sono, afetando o bem-estar das pessoas e aumentando o nível de stress. Há também gases que podem agredir as vias respiratórias.

A emissão descontrolada de gases é um dos maiores agravantes da poluição do ar, podendo causar desde intoxicações leves, irritação cutânea ou até mesmo levar à morte. Normalmente, esses gases são gerados por processos complexos de produção e são liberados na atmosfera através de chaminés, sistemas de exaustão e estações de tratamento de efluentes.

Assim, tem-se duas situações paralelas: de um lado, a organização precisa continuar as atividades e, de outro, ela deve assegurar que isso não venha causar incômodos para a sociedade. Desta maneira, quando o mau cheiro é expelido, é fundamental encontrar medidas eficazes para evitar que isso se torne um problema.

Com os avanços tecnológicos, já é possível realizar o controle e a mitigação de problemas com emissão de maus odores em plantas industriais e áreas adjacentes.

É importante ressaltar que apesar do desconforto gerado à comunidade, os colaboradores são os primeiros a serem afetados por terem contato diário com esse tipo de poluição. Fora o fato de exercerem atividades em condições insalubres, a exposição contínua pode gerar danos irreparáveis à saúde dos mesmos.

Controle de odor em processos industriais

Internamente, com o controle adequado sobre o nível de odor na geração de gases, a indústria ganha com a redução de ambientes passíveis de insalubridade, garante maior conforto e qualidade laboral de seus colaboradores, incrementando ainda mais o setor produtivo (maior produtividade).

Já, a nível externo, o controle de odores torna-se fundamental para um bom relacionamento entre a indústria e comunidade local (entorno).

Pensando em sustentabilidade, esse é um fator primordial que pode fazer a diferença na rotina produtiva da indústria.

Além disso, considerações ambientais e sanitárias também são relevantes. O processo de tratamento do mau cheiro geralmente acontece simultaneamente ao do controle e retenção de poluentes, portanto, é um parâmetro que anda em conjunto com o cumprimento das normas ambientais em relação à emissão de gases tóxicos.

Solução sustentável – Sequestrante de odores Ecomix

Ecomix Max® – Produto ecológico, não tóxico, desenvolvido à base de Extrato Vegetal (Yucca Schindigera) com ampla aplicabilidade e 99,9% de eficácia comprovada na redução e controle de maus odores.

Fórmula concentrada: diluição 1:100.

Função principal: Sequestrar gases odoríferos em grandes áreas abertas, Sistemas de Tratamento de Efluentes, Lavadores de gás, Logradouros Públicos (ruas, praças, lixeiras, etc).

Na composição possui extrato vegetal com alto teor de saponinas esteroidais e glicocomponentes que são estruturas moleculares altamente termoestáveis que têm a propriedade de encapsular as moléculas de odores de gases nocivos de forma imediata.

Moléculas geradoras de odor são, geralmente, compostos orgânicos voláteis que se encontram na forma de vapor ou gás. Cada molécula possui uma estrutura química especifica e esta estrutura determina seu grau de solubilidade em outros materiais.

Modo de Ação

Adsorção: Moléculas de compostos odoríferos irão aderir às moléculas do produto Ecomix Max®. A molécula odorífera adsorvida passa então a fazer parte de uma molécula maior sem odor ou com baixíssimo nível de odor.

Absorção: Moléculas de compostos odoríferos são absorvidas no neutralizador de odor.

Indicação

Empresas com tratamento e Destinação de Resíduos Sólidos – lixo de feiras livre, eventos, peixaria e outros – recomendado para aplicação em empresas que trabalham com a gestão de resíduos sólidos, o produto pode ser utilizado para a lavagem de veículos coletores de lixo (chorume);

Empresas de Saneamento de Esgoto (ETE) – indicado para neutralizar os odores nas estações de tratamento de esgoto, eliminando odores gerados pelo sistema de tratamento na forma de pulverização;

Sistema de tratamento de Água e efluente (STE) – recomendado para aplicação em supermercados, peixaria e outras empresas que necessitem de sistema de tratamento.

 

Quer citar este artigo em seu trabalho? Utilize o modelo abaixo:

 

ECOCLÃ, Equipe. Mau Cheiro em Plantas Industriais – Desconforto ou Crime Ambiental?. Ecoclã Biotecnologia LTDA, 2020. Disponível em: https://ecocla.com.br/2020/05/04/mau-cheiro-industria/. Acesso em: (coloque a data do seu acesso).


Aquicultura sustentável - Ambiente saudável, negócio rentável

O princípio básico de qualquer tecnologia, seja ela recente ou não, considera a prevenção como "prioridade mor", pois é muito mais seguro e viável antecipar e "prevenir" ao ter que "remediar" um problema já instalado.

A empresa Ecoclã Biotecnologia está na atividade de desenvolvimento e produção de biotecnologia em escala industrial há mais de 17 anos, mas só agora o conceito de biotecnologia passou a ser realidade no Brasil.

Aos que já utilizam essas ferramentas biotecnológicas, hoje entendem o quão importante e fundamental é o uso desse instrumento para o setor produtivo (agroindústrias em geral).

Além da obrigação em atender a legislação ambiental vigente, a adequação de processos produtivos e políticas de gerenciamento ambiental já são exigências do mercado consumidor (interno e externo).

BIORREMEDIAÇÃO EM ÁREAS DE CULTIVO

De uma forma geral, o programa de biorremediação pode ser adaptável à qualquer necessidade da cadeia produtiva, consolidando-se à partir dos objetivos almejados e condições específicas das atividades de cada propriedade (agroindústria).

Especificamente para fazendas de produção de Peixe e Camarão, é comum a exalação de forte odor desagradável e elevada presença de sólidos não degradados logo após a despesca (lodo orgânico).

Entre outras dificuldades, a alta concentração de amônia durante o cultivo ocorre em função de uma baixa atividade microbiana em que a microbiota presente no viveiro não é suficiente para propiciar o equilíbrio do ambiente (água, solo e estuário).

A TECNOLOGIA - PRODUTO ECOMIX G®

É um digestor orgânico utilizado para acelerar o processo de decomposição sem danos ao meio ambiente (organismos aquáticos). Formulação com funções específicas para degradação de lipídios, amidos e proteínas.

O espectro e a ação do Ecomix G® é muito maior do que simplesmente usar nitrogênio como fonte de energia para a divisão celular. Como resultado, seu uso pode dissolver e digerir cargas orgânicas 7 vezes mais rápido do que um processo natural.

As cepas presentes em sua formulação são culturas de fácil adaptação em tanques e viveiros, com divisões celulares extremamente rápidas (por multiplicação) ocorrendo a cada 25 minutos.

A adição do Ecomix G® demonstrou ser uma alternativa extremamente viável e eficiente para melhorar a produtividade e reduzir impactos causados por doenças ao longo do cultivo (mortalidade x conversão alimentar).

Além disso, também preserva o meio ambiente reduzindo a carga orgânica descartada no estuário ou bacia de sedimentação para recirculação (N, P, DBO e DQO).

Ecomix G® contém 03 espécies de bacilos. Formulação em GEL:
1) Bacillus Subtilis - Digestor Lipídico;
2) Bacillus Licheniformes - Digestor de Proteínas;
3) Bacillus Amyloliquefaciens - Digestor de Amidos.

Concentração microbiológica: 3,4 x 10 à nona (Ufc / g).

BENEFÍCIOS ALCANÇADOS COM O USO DE ECOMIX G®:

• Melhor distribuição dos nutrientes aquáticos;
• Redução de amônia e proliferação de algas;
• Redução de carga orgânica na coluna d’água e sedimento;
• Estabilização de O.D na superfície e fundo do viveiro;
• Digestão completa do lodo no fundo do viveiro (excremento e sobras de ração);
• Melhor controle dos níveis de amônia e remoção da carga orgânica no solo e na coluna de água;
• Aumento da disponibilidade de proteína e enzimas em sistema de produção bioflocos e estabilização de oxigênio dissolvido durante todo cultivo.

RESULTADOS OBTIDOS - BIORREMEDIAÇÃO EM CORPOS HÍDRICOS

Em situações onde a relação N:P colaboram para a produção excessiva de algas verdes (cianofíceas), a inclusão de Ecomix G®, aliado à um manejo específico podem garantir a obtenção de grande sucesso no processo de remediação.

Além de remover compostos nitrogenados, o produto Ecomix G® tem se mostrado uma excelente ferramenta para remoção de carga orgânica tanto na coluna d’água como no sedimento.

Os resultados obtidos em diversas situações (córregos e lagos) atingiram remoção de 91% (DBO) e 72% (DQO) em um período médio de 60 dias de utilização.

Seja um Parceiro da empresa ECOCLÃ, revendendo a Linha Ecomix®. Condições exclusivas para REVENDAS e PRESTADORES DE SERVIÇOS.

 

Quer citar este artigo em seu trabalho? Utilize o modelo abaixo:

 

ECOCLÃ, Equipe. Aquicultura sustentável - Ambiente saudável, negócio rentável. Ecoclã Biotecnologia LTDA, 2020. Disponível em: https://ecocla.com.br/2020/03/20/aquicultura-sustentavel-ambiente-saudavel-negocio-rentavel. Acesso em: (coloque a data do seu acesso).